Segundo especialistas,
isto está relacionado
ao potencial intelectual
das crianças.
Conheço dois meninos, dos quais gosto muito, que gostam muito de tudo que se refira a dinossauros, seja ficção ou realidade. Decidi escrever este artigo lembrando-me deles e, ao mesmo tempo, devido ao carinho que eu tenho por crianças em geral. Eu mesmo, quando tinha a idade deles, já gostava muito de ler e aprender tudo que pudesse sobre dinossauros, estrelas, planetas e tudo que existia. Hoje, percebo que todas as crianças que gostam tanto de dinossauros também gostam de aprender sobre muitas outras coisas. É claro que isto é ótimo.
Os psicólogos usam a expressão "interesse intenso" para se referir à motivação que leva uma pessoa a ter preferência por tópicos específicos como, por exemplo, tudo que se relacione aos dinossauros. Segundo eles, este é um fenômeno que se desenvolve a partir da infância, e abrange meninos e meninas de forma basicamente igual. Não são interesses passageiros como os adultos costumam imaginar. Gostam de assistir a filmes com dinossauros, desde documentários à ficção, e são muitos os casos em que as crianças buscam até em livros mais informações a respeito. Aos 10 anos de idade, ou mesmo antes disto, muitas dessas crianças são até capazes de dizer em quais eras pré-históricas os brontossauros, estegossauros, tiranossauros e muitas outras espécies de dinossauros existiram.
Segundo a psicóloga Adriana Cabana, não se trata simplesmente de gostar de dinossauros. Ela diz que tudo que desperta o interesse das crianças estimula o cérebro. Ou seja: embora pareça ser um interesse intenso por um assunto específico, facilita o processo de aprendizagem de uma maneira geral, estimula a memória, ajuda no enriquecimento do vocabulário, etc. Outra psicóloga, Nícia Fernandes, diz que não se trata especificamente de interesse por dinossauros, mas isto não significa que ela discorda de Adriana Cabana, pois também afirma que, quando as crianças se divertem com dinossauros de brinquedo como o menino da foto (Arquivo Google), ela transcende a realidade e cria um imaginário que contribui para um desenvolvimento intelectual saudável que estimula a criatividade.
Segundo a psicóloga Adriana Cabana, não se trata simplesmente de gostar de dinossauros. Ela diz que tudo que desperta o interesse das crianças estimula o cérebro. Ou seja: embora pareça ser um interesse intenso por um assunto específico, facilita o processo de aprendizagem de uma maneira geral, estimula a memória, ajuda no enriquecimento do vocabulário, etc. Outra psicóloga, Nícia Fernandes, diz que não se trata especificamente de interesse por dinossauros, mas isto não significa que ela discorda de Adriana Cabana, pois também afirma que, quando as crianças se divertem com dinossauros de brinquedo como o menino da foto (Arquivo Google), ela transcende a realidade e cria um imaginário que contribui para um desenvolvimento intelectual saudável que estimula a criatividade.
Não sou psicólogo, mas imagino que uma das principais razões da presença marcante dos dinossauros nos interesses das crianças e também de adultos se dá pelo fato de que seus esqueletos em muitos museus no mundo confirmam que eles existiram, mas que tanto a forma como surgiram no mundo quanto as razões pelas quais eles desapareceram constituem um mistério instigante: Como surgiram todos os seres vivos? Por que várias espécies desapareceram? No interesse sobre por que eles existiram, como viviam, etc., estão implícitos, de alguma forma, nossos interesses sobre nossas próprias existências e tudo que se refere a elas.