| Crânio de um uintatério no Museu do Yale College, em New Heaven, Connecticut - Estados Unidos. |
| Concepção artística de uma família de uintatérios (Arquivo Google) |
Li sobre esses animais pela primeira vez no livro "Strange Animals From The Past" ("Estranhos Animais do Passado"), do paleontólogo norte-americano Roy Chapman Andrews, quando eu tinha 9 anos. Sempre atraiu minha atenção suas semelhanças com os atuais rinocerontes, mas os cientistas afirmam que ainda não foi confirmada cientificamente uma relação de descendência entre as duas espécies. O nome científico em latim é Uintantherium anceps.
Esses mamíferos herbívoros (alimentavam-se de leite materno quando filhotes e de folhas ao longo da vida) viveram há cerca de 50 milhões de anos. O uintatério tinha seis protuberâncias ósseas sobre o crânio, semelhantes a chifres, e que provavelmente serviam como defesa contra ataques de outros animais. Os longos dentes caninos fazem muita gente pensar que o uintatério era carnívoro mas, segundo os cientistas, o fato de suas pontas ficarem fora da boca torna mais provável que eram potentes armas durante lutas. Tal como os rinocerontes hoje, os uintatérios chegavam a ter 1,80 metros de altura e até 4 metros de comprimento. O peso provavelmente chegava a 300 kg. Os primeiros fósseis desses animais foram encontrados na Flórida e em outros estados norte-americanos.
Fonte: Enciclopédia Conhecer - Editora Abril.
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