Caros leitores:

Não sou especialista em paleontologia, mas desde a infância, quando comecei a aprender a ler, sempre gostei de ler sobre tudo, aprender tudo, e mantenho esse hábito até hoje. Sempre li muito sobre os dinossauros, e atualmente percebo como as crianças e os adolescentes gostam desse tema. Meus artigos são baseados em publicações científicas, e espero, através deles, estar satisfazendo às curiosidades das pessoas que gostam do tema. Será feita pelo menos uma nova postagem a cada semana. Grato a todos vocês por prestigiarem este blog.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Uintatério

Crânio de um uintatério 
no Museu do Yale College, 
em New Heaven, Connecticut - Estados Unidos. 
Concepção artística de uma família de uintatérios
(Arquivo Google)

























Li sobre esses animais pela primeira vez no livro "Strange Animals From The Past" ("Estranhos Animais do Passado"), do paleontólogo norte-americano Roy Chapman Andrews, quando eu tinha 9 anos. Sempre atraiu minha atenção suas semelhanças com os atuais rinocerontes, mas os cientistas afirmam que ainda não foi confirmada cientificamente uma relação de descendência entre as duas espécies. O nome científico em latim é Uintantherium anceps
Esses mamíferos herbívoros (alimentavam-se de leite materno quando filhotes e de folhas ao longo da vida) viveram há cerca de 50 milhões de anos. O uintatério tinha seis protuberâncias ósseas sobre o crânio, semelhantes a chifres, e que provavelmente serviam como defesa contra ataques de outros animais. Os longos dentes caninos fazem muita gente pensar que o uintatério era carnívoro mas, segundo os cientistas, o fato de suas pontas ficarem fora da boca torna mais provável que eram potentes armas durante lutas. Tal como os rinocerontes hoje, os uintatérios chegavam a ter 1,80 metros de altura e até 4 metros de comprimento. O peso provavelmente chegava a 300 kg. Os primeiros fósseis desses animais foram encontrados na Flórida e em outros estados norte-americanos.


Fonte: Enciclopédia Conhecer - Editora Abril.

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Tiranossauro (Tiranossaurus Rex)

Imagem: Arquivo Google
 Apesar de ter sido

um dos "personagens principais"

de "Jurassic Park",

ele não viveu no período jurássico.

Esqueleto de um tiranossauro
no Museu Carnegie de História Natural,
em Pittsburgh, Pensilvânia - Estados Unidos.


Apesar de aparecer com destaque no filme "Jurassic Park" ("Parque Jurássico", filme que no Brasil ficou conhecido como "Parque dos Dinossauros"), os tiranossauros viveram no período cretáceo. O período jurássico tem este nome porque as montanhas Jura, nos Alpes, são consideradas as mais antigas do planeta e são formadas por rochas remanescentes daquela época. Durou cerca de 65 milhões de anos. Em seguida, veio o cretáceo, que começou há 145 milhões de anos e terminou há cerca de 63 milhões de anos. 
Os tiranossauros receberam o nome cientifico em latim "Tiranossauros Rex" ("Tiranossauro Rei") por serem considerados os maiores dinossauros carnívoros de existência comprovada até o momento em que foram encontrados os primeiros restos mortais de um tiranossauro. Isto ocorreu em 1900, no estado de Wyoming, Estados Unidos, em 1900, quando o paleontólogo encontrou um crânio de um "T. Rex" (abreviatura de "Tiranossaurus Rex"). 
Os T. Rex viveram na região atualmente ocupada pela América do Norte, que inclui o Canadá, os Estados Unidos e o México. Entre suas principais características físicas, contam a cabeça quase cilíndrica, os braços aparentemente atrofiados, as "mãos" com dois dedos cada uma, pernas longas e extremamente musculosas e pés enormes e com três dedos. Não eram tão grandes como os do cinema: a altura não passava de 4 metros e o comprimento (da ponta do nariz à ponta da cauda) chegava a ter 12 metros. Eram enormes, sim, mas não como nos filmes. Pesavam mais de 12 toneladas e as fêmeas eram maiores do que os machos. Cada tiranossauro tinha 60 dentes com aproximadamente 30 centímetros de comprimento e outros 30 um pouco menores. O crânio chegava a pesar 8 toneladas (8 mil quilos). Os formatos dos dentes indicam que eles eram carnívoros e se alimentavam inclusive de outros dinossauros menores. Como  todos os répteis existentes até hoje, reproduziam-se através da postura de ovos.
Os dinossauros não conviveram com seres humanos. Eles foram extintos há cerca de 63 milhões de anos, supostamente devido ao impacto causado pela queda de um enorme meteoro onde hoje se situa o México. Os primeiros humanos, ao que se sabe até hoje, surgiram no mundo há apenas dois milhões de anos. O que se sabe sobre esses animais provém de estudos científicos com base nos restos mortais desses répteis gigantescos, encontrados em várias partes do mundo.

Fontes:
- Wikipedia (foto)
- Enciclopédia Conhecer - Editora Abril.
 

Por que as crianças gostam tanto de dinossauros?

  Segundo especialistas, isto está relacionado ao potencial intelectual das crianças. Conheço dois meninos, dos quais gosto muito, que gosta...